ABORTO: Pena de morte para um inocente preso em um útero

Conforme estudos científicos e entendimentos religiosos, a partir da fecundação do óvulo por um espermatozoide já existe uma “NOVA VIDA”. Foi demonstrado em 1827 por Karl Ernst van Baer, 150 anos após a descoberta do espermatozoide, que o início da vida se dá no momento da fecundação, tanto que o Papa Pio IX, já em 1869 propunha que era dever da Igreja defender o embrião humano desde a concepção. Atualmente, a ciência só tem feito reforçar este conceito que passa a ser uma verdade científica já que não pôde ser negado ou contestado, mas apenas confirmado até o momento. A Dra Magdalena Zernica-Goetz mostrou, em 2002, que a primeira divisão do zigoto não se dá por acaso, mas que ela já define o nosso destino e todas as características que vamos desenvolver.

Não bastassem esses exemplos, que apresentam provas materiais importantes para nossa crença de ignorantes “São Tomés”, que necessitamos “ver para crer”, ainda tem a questão do desrespeito a criação e a vontade de “Deus”, de “Alá”, do “Criador do Universo”, do “Altíssimo”, de Jeová ou simplesmente “Dele”, que deveria ser  a principal coisa a ser levada em consideração, principalmente nesse caso em que se fala de vida, coisa que só é prerrogativa de Deus.

Toda a vida tem seu propósito, toda, seja ela vegetal, animal irracional ou racional que é onde, com nossa arrogância e prepotência, nos enquadramos. Falo arrogância e prepotência pois não encontro outra palavra para nos definir, principalmente com relação a questão do aborto, quando nos colocamos na posição de Deus e decidimos se uma criação sua deve ou não “viver”.

Na minha ignorância acredito que esse tema não era nem para ser discutido, que essa prática não era nem para ser cogitada e muito menos realizada. Não somos Deus, temos o livre arbítrio para fazermos o que quisermos com nossas vidas, eles nos permite isso, mas não para tirarmos a vida dos outros.

Justificativas são apresentadas para legalizar o aborto, estupro, risco de vida para a mãe e problemas de má formação do feto.

Deus nos dá oportunidades, quantas forem preciso, para que sempre estejamos evoluindo espiritualmente, nos permite escolhermos as provações que enfrentaremos nesse mundo e nos dá o livre arbítrio para decidirmos nosso destino. Encarnamos nesse mundo para resgatarmos dívidas, escolhemos nossas provações. Muitas vezes nascemos com deficiências físicas para pagarmos graves pecados cometidos em outras encarnações. É justo que alguém nos tire esse direito de buscar a regeneração e de evoluirmos espiritualmente? 

Pobres de nós que avalizamos, que fazemos os procedimentos médicos e que nos submetemos ao aborto. Será que quando formos reencarnar para pagar a dívida desses “assassinatos” alguém, com uma lei na mão, vai nos abortar e tirar nosso direito de nascer?

Desculpem os que discordam, não estou apontando ou condenando ninguém mas oro, rezo, faço prece por vocês, pois a dois mil anos o filho “Dele” já havia falado “Pai perdoa-os, eles não sabem o que fazem”, no momento em que dava sua vida para sermos melhores e mesmo assim, com dois mil anos de evolução, de tecnologia, de ciência, nossa moral não se elevou muito, pois continuamos matando, principalmente quem não tem como se defender e nem como ter um advogado, pois ainda nem nasceu, ainda está dentro de quem devia  defender, de quem devia ser seu advogado.

O aborto é a pena de morte para um inocente que, somente pela Lei da Criação, está preso dentro de um útero, não porque tenha cometido algum crime!

Hoje me manifesto porque minha MÃE me deixou nascer e não sou filho único, por que mesmo naquela época, com poucos recursos financeiros e sem exames para saber se seríamos crianças “normais” ou teríamos algum tipo de deficiência, ela e meu pai não nos privaram da vida, não nos privaram de cumprirmos nossa missão nesse mundo. 

Toni Reis

 

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