Dois homens trocam tiros com a PM e um acaba morto

A ocorrência se deu na noite de ontem, quarta-feira (10) por volta das 20:50 hs, quando uma guarnição da Polícia Militar atendia o chamado para uma ocorrência no Bairro São Bento. A denúncia era de que um homem, preliminarmente identificado como “Dentinho”, andava armado pelo Bairro.

Em patrulhamento pelo bairro, próximo a sub-estação de energia na Rua General Osório, a guarnição foi interpelada por uma pessoa que informou que Dentinho, acompanhado por um indivíduo de apelido “Bola”, estavam armados e se dirigindo a mata do córrego Vacaria.

Os policiais seguiram até o local indicado, onde ao chegarem avistaram os dois indivíduos que imediatamente efetuaram disparos contra a viatura. Os policiais desembarcaram buscando se proteger e revidaram a agressão, efetuando três disparos em direção aos dois homens.

Logo após a troca de tiros os policiais avistaram apenas um dos homens caído ao solo. Dirigindo-se até o homem constataram que o mesmo havia sido atingido por três disparos, mas ainda apresentava sinais vitais. 

Socorrido pelos policiais, o ferido foi identificado como LUIZ CARLOS BRAGA (40), Vulgo DENTINHO, que não resistiu aos ferimentos e acabou indo a óbito no Hospital.

Com Dentinho a polícia encontrou uma garrucha com um cartucho deflagrado e mais quatro cartuchos em um dos bolsos de sua bermuda.

O segundo homem, que disparou duas vezes contra os policiais, identificado apenas pela alcunha de “Bola” conseguiu fugir e até o momento não foi localizado.

As famosas “PASSAGENS”, que pela legislação não são suficientes para manter bandidos encarcerados, acabam passando a eles uma sensação de poder e impunidade, fazendo com que percam o respeito para com a sociedade e a autoridade policial, chegando ao ponto de reagirem a abordagens e até mesmo de atirarem contra policiais.

A sociedade espera é que esses policiais que estavam fazendo seu trabalho, arriscando suas vidas no cumprimento do dever, não venham a ser tratados como deveriam ser os das “PASSAGENS”. A sociedade espera que a inversão de valores não transforme  criminosos em vítimas e nem policiais em criminosos.

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