Entidade que atende crianças com HIV recebia repasse do município pela metade

Um ano após insistente divulgação sobre o corte de recurso repassado do município para a Associação Franciscanas Angelinas (Afrangel) e a dificuldade enfrentada pela entidade, com risco iminente de fechar as portas a qualquer momento, o caso se tornou motivo de investigação do Ministério Público Estadual. Segundo a irmã Madalena Aparecida da Silva, a prefeitura não cumpriu com os valores do convênio: ela emitia recibo correspondente aos R$ 20 mil previstos, mas só recebia, de fato, R$ 10 mil.
A Afrangel atende, hoje, 43 crianças e adolescentes com HIV/AIDS e teve o recurso do repasse reduzido pela metade. No depoimento feito ao promotor de Justiça, João Meneghini Girelli, a freira afirma que recebeu R$ 10 mil da Secretaria Municipal de Saúde e R$ 4,3 mil da Secretaria de Assistência Social. As pastas foram notificadas e devem entregar os comprovantes de depósito feito para a associação. Também foi oficializado que as secretarias esclarecessem o porquê da diminuição do repasse financeiro. O caso está na 46ª Promotoria de Justiça do Ministério Público Estadual.
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