Há quem não tenha medo da justiça, que ostenta e se banca com dinheiro público

Um sinônimo de ação contra o crime, principalmente os praticados por gestores públicos, a operação Lava Jato, que hoje deflagrou sua 56ª fase, parece não ser temida por grande parte de gestores corruptos ou complacentes com a corrupção.

Não é incomum vermos exemplos disso, principalmente em padrões de vida que se elevam da noite para o dia, trazendo consigo novos “guarda-roupas”, veículos de alto padrão, aquisição de imóveis, trocas de cônjuges e constantes festas, onde muitas vezes o crime é motivo de deboches e tratado com a certeza da impunidade.

Enquanto a mão pesada da lei não desce a espada da justiça em seus pescoços,  “eles” continuam a nos tratar como “otários” ou “trouxas”, os “burros certinhos” que não sabem aproveitar as “benesses do poder”. 

Penso que um dia colherão o que estão plantando, mas ao mesmo tempo me pergunto se pagarão a verdadeira dívida com a sociedade, sociedade que acaba sendo privada de condições coletivas melhores. 

Alguns vão dizer que esse dinheiro, no qual eles chafurdam sua ganância, pode não resolver a situação de um município, de um estado ou de um país, mas com certeza não é só o dinheiro e sim o “ATO”, que atrasa nossa evolução como POVO e que impede que futuras gerações vivam vidas diferentes da que vivemos hoje.

Obs: Não sou contra as  festas, só as que são bancadas com dinheiro público. Parabéns a quem aniversaria hoje e a quem festejou ontem.

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